Impressionei-me.
Teu cheiro ultrapassou os limites de meu conhecimento.
Não me resguardei.
Foi tanto que não pude sequer lutar contra o desconhecido sentimento.
Senti de tudo.
Do cheiro ao desencanto.
Vivi o mais puro e possível amor.
Hoje navego.
Nas graças da memória. E nas farsas também.
Hoje em mim ainda mora.
Mora algum arrependimento. O de não ter me calado quando era necessário.
Guardar somente para ti os meus versos, meus encantos, meus beijos. Era necessário.
Porque agora eu sei que eram todos para você.
Porque agora esbarro na vulgaridade.
Porque agora ainda te amo. Por agora e por quanto for possível...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
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